Nesta semana, o Japão aprovou a redução do imposto sobre alimentos para 1%, mas a medida continua gerando debates sobre seus impactos nas contas públicas e na economia. Ao mesmo tempo, o governo apresentou uma proposta para endurecer as regras da residência permanente, reacendendo discussões sobre a política migratória do país.
O período também foi marcado por mudanças no sistema de alto custo médico, pela redução das contas de luz e gás graças aos subsídios do governo, por uma intervenção no mercado cambial para fortalecer o iene e por um marco histórico: pela primeira vez, mais da metade dos pais trabalhadores tirou licença-paternidade no Japão.
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Confira abaixo as notícias completas:
Japão aumenta limite de gastos para pacientes que usam o sistema de alto custo médico
O governo aumentará o limite mensal de gastos do sistema de alto custo médico e criará um teto anual para pacientes que precisam de tratamento por longos períodos.
Intervenção do governo fortalece o iene, mas efeito dura pouco
O governo japonês voltou a intervir no mercado cambial para fortalecer o iene, mas a valorização da moeda perdeu força poucas horas depois.
Conta de luz e gás fica mais barata no Japão em agosto graças a subsídios do governo
Os subsídios do governo reduziram as contas de eletricidade e gás em agosto, amenizando o impacto do aumento dos custos de energia durante o verão.
Pela primeira vez, mais da metade dos pais tira licença-paternidade no Japão
Mais de 50% dos pais trabalhadores utilizaram a licença-paternidade, permitindo que o governo alcançasse a meta prevista para 2025.
A governadora Yuriko Koike alertou que a redução do imposto sobre alimentos para 1% poderá reduzir a arrecadação da capital em cerca de ¥112 bilhões.
Proposta do governo japonês para endurecer regras da residência permanente gera reações
A proposta eleva as exigências de renda para obtenção da residência permanente e provocou reações entre especialistas e representantes da comunidade estrangeira.
Governo japonês aprova redução do imposto sobre alimentos para 1%
O governo aprovou a redução temporária do imposto sobre alimentos para 1%, mas comerciantes e especialistas ainda discutem os possíveis efeitos da medida sobre os preços e a arrecadação.

