O Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca pretende recomprar até 150 mil toneladas de arroz de reserva. Esse volume foi liberado anteriormente pelo governo.
A medida envolve parte das 590 mil toneladas colocadas no mercado em 2025. A liberação ocorreu em caráter emergencial, após o chamado “choque do arroz da era Reiwa” em 2024.
Segundo estimativas de janeiro, os estoques privados devem ultrapassar o nível adequado em 2027. Com isso, o volume pode passar de 2 milhões de toneladas e atingir um recorde histórico.
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O governo avalia que a recompra não deve afetar a oferta no mercado. Mesmo assim, a decisão final dependerá da análise da oferta e da demanda.
O governo começou a liberar o arroz em março de 2025. Desde então, o plano prevê recomprar as 590 mil toneladas ao longo dos próximos anos.
O nível ideal de estoque público é de cerca de 1 milhão de toneladas. Atualmente, esse volume está em aproximadamente 320 mil toneladas, bem abaixo do necessário.
Por isso, o governo busca recompor os estoques. O objetivo é garantir segurança alimentar em caso de desastres ou queda na produção.
Além disso, o ministério retomou em abril a compra direta de arroz de produtores. O volume previsto é de cerca de 210 mil toneladas.
Essa prática estava suspensa há quase dois anos. Por outro lado, uma redução na oferta pode elevar os preços. Isso pode gerar reação negativa dos consumidores.
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