A aprovação do governo da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi caiu para 47,1%, segundo uma pesquisa de opinião realizada pela emissora ANN. O resultado representa uma queda de 11,2 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior e marca o menor índice desde a formação do governo.
A pesquisa também avaliou a renúncia do ministro da Agricultura, a atuação da primeira-ministra e as relações diplomáticas entre Japão e China.
Segundo o levantamento, realizado durante o fim de semana anterior à divulgação dos resultados, 47,1% dos entrevistados afirmaram apoiar o governo Takaichi, uma redução de 11,2 pontos percentuais em relação ao mês anterior.
Por outro lado, a parcela dos que não apoiam o governo subiu 5,7 pontos percentuais, alcançando 33,3%.
Apesar da queda expressiva, a aprovação permanece superior à desaprovação.
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A pesquisa também abordou a saída do ministro da Agricultura, que enfrentou críticas relacionadas a declarações sobre cortes orçamentários e outras questões.
Entre os entrevistados, 76% consideraram necessária a renúncia do ministro, enquanto 12% avaliaram que sua saída não era necessária.
Em relação à maneira como Takaichi conduziu a situação, as opiniões ficaram mais divididas.
Para 43% dos participantes, a atuação da primeira-ministra foi adequada, enquanto 38% consideraram sua resposta inadequada.
Metade dos entrevistados avalia positivamente a gestão
Com o governo Takaichi próximo de completar um ano, a ANN também perguntou aos entrevistados como avaliam a condução da administração.
Segundo os resultados, 50% avaliaram positivamente a gestão da primeira-ministra, enquanto 37% apresentaram uma avaliação negativa.
Os números mostram que, apesar da queda na aprovação do gabinete, metade dos entrevistados ainda considera positiva a atuação do governo ao longo de seu primeiro ano.
Maioria defende melhora das relações com a China
A política externa também foi abordada no levantamento, especialmente as relações entre Japão e China.
Para 55% dos entrevistados, a primeira-ministra deve se empenhar em melhorar as relações diplomáticas com a China.
Outros 35% consideraram que esse esforço não é necessário.
O resultado indica que a maioria dos participantes considera importante buscar uma aproximação diplomática entre os dois países.
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