A ofensiva militar do governo Trump contra a Venezuela e a detenção do presidente Nicolás Maduro geraram forte reação internacional, com diversos países alertando para o risco de violação do direito internacional. A Rússia classificou a ação como um ataque à soberania de um Estado independente, enquanto Cuba condenou a operação como “terrorismo de Estado” e pediu resposta urgente da comunidade internacional.
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Na América Latina, o presidente da Colômbia rejeitou qualquer ação militar que coloque civis em risco e solicitou uma reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU. No Reino Unido, o primeiro-ministro afirmou que o país não participou da operação e reforçou que o direito internacional deve ser respeitado. A União Europeia também expressou preocupação, defendendo que qualquer processo de democratização ocorra de forma pacífica e dentro da legalidade.
Nos próprios Estados Unidos, parlamentares democratas criticaram duramente a decisão, comparando-a à Guerra do Iraque de 2003 e denunciando a realização de um ataque militar sem autorização prévia do Congresso.
Fonte: Yahoo Japan
Foto: Reprodução

